quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Na Vitrola - Rumer

Rumer, nome profissional da paquistanesa radicada em Londres, Sarah Joyce, tem voz doce e melodiosa e vem sendo comparada com a saudosa Karen Carpenter. Rumer, além de cantar, também compõe.

Patrocinada por nomes como Burt Bacharach e Elton John, recebeu duas indicações para o Brit Awards em 2011. Seu primeiro (e, por enquanto, único) álbum, Seasons of My Soul, foi lançado em 2010 pela Atlantic Records.

A mim, Rumer já conquistou. E a você? Confere aí!

Fonte do vídeo (e para conhecer outras músicas de Rumer): Youtube

P.S.: O maridão ouviu, gostou, mas disse que não concorda que ela se pareça com a Karen Carpenter. Ok, ok… Dannes apenas referiu o que a crítica vem dizendo a respeito de Rumer.

2012 – Meu planejamento estratégico!

Sim, as famosas resoluções para 2012. Eu já participei de muitos rituais desse tipo. Por exemplo, escrever tudo que se gostaria de mandar embora junto com o ano velho e queimar o papel, liberando as energias; fazer uma lista de desejos para o novo ano, guardar e somente abri-la na próxima virada de ano; pendurar desejos em uma árvore… Até perdi a conta. Porém, a verdade é que a maioria das coisas dependem somente de nós, da nossa força de vontade, da nossa disciplina, da nossa determinação, da nossa persistência.

Há também outra questão. Seguimos planos o tempo todo, em várias áreas da nossa vida. Fazemos planejamentos. Se queremos viajar, nos organizamos, planejamos, guardamos dinheiro, até realizarmos o sonho, não é mesmo? Se queremos melhorar as finanças, fazemos um controle rígido de tudo que entra (receita) e de tudo que sai (despesa), até encontrarmos o “furo” e, assim, colocamos tudo em ordem. Se queremos emagrecer, a estratégia é a mesma: anotar tudo que se consome para ver onde estamos errando, e anotar também o que gastamos, nossa atividade física. No trabalho também é assim, não é? Seguimos os planejamentos estratégicos de nossas empresas, os planos de ação, para alcançar as metas e indicadores. Então, porque não fazemos o mesmo com a nossa vida pessoal, com os nossos projetos mais íntimos?

Portanto, não tenho resolução para 2012, mas sim um PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PESSOAL 2012, onde enumerei inúmeras das coisas que pretendo realizar durante o ano. E a lista vai de coisas bem simples até projetos maiores. E colocar no papel já me fez um bem danado, me deu foco. Foco me deixa confiante. Confiante, fico motivada. Ou seja, o panorama é muito positivo. E, aos poucos, dia a dia, venho colocando em prática meu planejamento estratégico pessoal. E como me sinto bem e gratificada!

Bem, não vou ficar aqui contando para vocês os quinhentos itens do meu planejamento estratégico, pois seria entediante. Porém, uma coisa preciso ressaltar, pois virou praticamente a minha filosofia de vida. E consiste no seguinte: SIMPLIFICAR, DESCOMPLICAR E PENSAR POSITIVO SEMPRE!

Sim, não podemos mudar, muitas vezes, o que nos acontece, mas podemos escolher como vamos reagir ao que nos acontece e, dessa forma, podemos colocar essa filosofia em prática: simplificando, descomplicando e pensando positivo! Sempre!

Que tal você tentar também?

 

P.S.: Bem, há mais uma coisa a compartilhar. Decidi que no Natal de 2012, a ceia não vai ter peru, nem arroz à grega e nem coisa nenhuma. Quem foi que instituiu esse cardápio? Pratos que demoram horas para ficar prontos quando a vida é tão corrida. Ou pratos que você encomenda e paga absurdamente caro por um punhado de comida. Encomendei um chester recheado e decorado num bistrô onde geralmente almoço com meu marido. Encomendei 4 kg, pois estaríamos em seis pessoas. Paguei antecipado: 268 reais. Para minha surpresa, o chester em si devia ter somente 2 kg (se tivesse!) e o restante era tudo farofa e decoração… Falta de respeito, viu! No natal de 2012, nossa ceia vai ter um bom, belo e gostoso strogonoff! Afinal, Dannes ama quebrar paradigmas!

Smiley piscando

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Na Vitrola - Que tal uma novidade para começar o ano?

Essa postagem foi originalmente publicada em outro dos meus blogs: Orbis Eventos. Porém, o assunto é tão bom que não pude deixar de trazê-lo para o Tagarela! E nem vou justificar a minha ausência por aqui, pois seria um tema extenso e menos interessante, não é mesmo? Então, vamos lá!

Você já ouviu falar do Vitamin String Quartet? Pois deveria! Trata-se de um grupo de músicos de Los Angeles que faz um trabalho muito legal dando uma roupagem clássica para músicas dos mais variados gêneros: rock, pop, country. Para você ter uma idéia, eles já gravaram músicas tão distintas como as de Adele, Red Hot Chilli Peppers, Radiohead, Coldplay e muitos outros. Os álbuns são produzidos pela Vitamin Records e executados basicamente (e evidententemente, como diz o próprio nome do grupo) por um quarteto de cordas, embora outros instrumentos também sejam utilizados. O grupo já soma cerca de 232 álbuns (ou seja, impossível não achar algo de que você goste).

Bem, você deve estar se perguntando porque falei disso lá no blog da Orbis… Muito simples! O repertótio deles é excelente trilha sonora para cerimônias de casamento!

E então, ficou curioso(a)? Confira alguns trabalhos do Vitamin String Quartet.

Yellow - Coldplay

Iris - Goo Goo Dolls (adoro!)

Fonte dos vídeos: Youtube

sábado, 26 de novembro de 2011

Na Vitrola: Tedeschi Trucks Band

O que anda tocando na minha vitrola é o trabalho de Tedeschi Trucks Band, formada em 2010 e comandada por Susan Tedeschi e Derek Trucks, casal talentoso de Jacksonville, Florida, USA.

Tedeschi e Trucks resolveram deixar de lado suas carreiras solo e também compartilhar trabalho, além da vida, pois são casados. E, assim, nasceu a banda. O primeiro trabalho Revelator (2011) é uma delícia de se ouvir, repleto de melodias agradáveis. A voz de Susan é fantástica! Para que se tenha uma idéia do que estou falando, o trabalhou levou quatro (de cinco) estrelas na indicação da Rolling Stone (revista americana especializada em música). Apesar de eu ser meio avessa às críticas (pois acho que não importa o que os críticos digam e sim o que a arte ou o trabalho desperta em cada um de nós), certamente, trata-se de um bom indicador.

Com vocês, então, uma das minhas prediletas de Revelator: Come see about me!

Para saber mais, visite o site oficial da banda.

domingo, 20 de novembro de 2011

Atualizando o último post: O que anda ocupando minha cabeceira…

Vocês lembram do último post, né? Faz quase um mês… Mas é esse aqui. Então, recentemente estive com o maridão na fronteira Jaguarão-Rio Branco para um abastecimento básico (cosméticos, perfumaria e bebidas) nos famosos free shop (leia aqui). Aproveitei para matar minha curiosidade acerca da minha memória. No post anterior, comentei que, pelo que me lembrava, a fragrância de Chanel N. 5 não me agradava, lembram? Pois eu estava certíssima! Não me agrada mesmo. Ponto para a minha memória que continua positiva e operante!

A outra atualização referente ao último post é que, mesmo sem ter terminado ainda o livro de Tilar J. Mazzeo sobre o fascínio de Chanel N. 5, comecei a ler o livro de Servan-Schreiber: Podemos dizer adeus mais de uma vez. O livro é realmente maravilhoso! Aquele tipo de leitura da qual não se consegue desgrudar. E é um livro onde o autor desnuda sua alma, expõe seus anseios e receios e nos dá grandes lições de otimismo e confiança sempre com muita honestidade. Um livro que faz refletir sobre a vida e sobre nossos valores. Será que estamos mesmo vivendo a vida e valorizando o que nos é caro e importante? Ou a prática está muito longe da teoria? Sempre é tempo de acordar e fazer valer a pena, um pouco a cada dia quando não se pode fugir da infindável série de compromissos e responsabilidades da vida moderna. O importante é persistir e ser feliz!

Lidar com a morte jamais será fácil, mas é inevitável. Servan-Schreiber encara o fato com honestidade e através de sua escrita tão humana nos lembra o quanto todos nós somos iguais, frágeis e vulneráveis. Suas palavras nos aproximam da condição humana com delicadeza e verdade.

David Servan-Schreiber, com certeza foste um grande homem e tens a minha total admiração. Foste corajoso como somente os grandes podem ser. Apesar de toda a tua dor e sofrimento, conseguiste transformar as adversidades em formas de auxílio ao próximo, através de teus livros, palestras e exemplos. Teus filhos, a quem lamentas não poder acompanhar na grande descoberta da vida, certamente levam com orgulho e amor o teu exemplo e a tua fibra. O mundo lamenta a tua partida, mas foste um vencedor. Ganhaste a luta por 19 anos, mas há uma batalha que nenhum de nós poderá vencer e a passaste com muita dignidade. A mim, David, que tenho imensa dificuldade em dizer esse adeus definitivo, com tuas palavras cruas, honestas e desnudas, ajudas a me aproximar da compreensão diante do inevitável. E, novamente, então, te agradeço. Descanse em paz.

domingo, 23 de outubro de 2011

O que anda ocupando a minha cabeceira…

Depois de ter lido, há uns dois anos, “A Viúva Clicquot”, de Tilar Mazzeo, e adorado o estilo de narrativa da autora, estou devorando “O Segredo do Chanel N. 5”. Muito boa leitura, especialmente para quem, como eu, ama o número 5. Tenho essa paixão pelo número 5 desde pequena e, diga-se de passagem, essa afeição não tem nenhuma ligação com o perfume de Chanel. E também nunca teve nenhuma explicação racional. Porém, eis que lendo o livro, descobri uma série de significados atribuidos a esse número e começo a entender minha paixão, pois são coisas que realmente valorizo muito.

The Secret of Chanel No.5, book by Tilar Mazzeo

Tilar Mazzeo nos revela a história do perfume mais famoso do mundo e, conseqüentemente, de sua criadora. Para escrever seus livros, Mazzeo sempre realiza um vasto trabalho de pesquisa, o que torna a leitura ainda mais interessante. Apesar de nunca ter usado o perfume (e, sinceramente, pelo que me lembro de uma única ocasião em que experimentei cheirá-lo, não ter gostado muito da fragrância), a história é fascinante (e confesso que estou curioso para cheirá-lo novamente e conferir se a minha remota memória irá se confirmar). Mesmo que o Chanel n. 5 jamais ocupe a minha “penteadeira” (eu nem tenho uma penteadeira, mas vocês entenderam, não é mesmo?), é inegável o sucesso do perfume e o fascínio que ele provoca no imaginário das pessoas. Afinal, Marylin Monroe dormia vestida apenas com algumas gotas de Chanel n. 5!

O maridão assina Veja e, há algumas semanas, foi publicada uma reportagem que recomendava o livro “Podemos dizer adeus mais de uma vez”, do médico americano David Servan-Schreiber que descobriu um tumor agressivo no cérebro em 1992 e, desde então, lutava contra o câncer. Quando descobriu a doença, o prognóstico era de que possivelmente não viveria mais de seis meses. No entanto, Servan-Schreiber venceu muitas lutas contra a doença e se dedicou ao trabalho árduo de pesquisa pela cura do câncer, criando um programa anti-câncer que o ajudou a fortalecer o organismo e lhe deu uma longa sobrevida, vindo a falecer somente em julho deste ano.

PODEMOS_DIZER_ADEUS_MAIS_DE_UMA_VEZ

“Podemos dizer adeus mais de uma vez” é uma espécie de despedida, uma reflexão sobre sua vida. Para mim, que recentemente vivenciei a primeira perda familiar e que nunca simpatizei com a idéia de que um dia todos vamos partir (apesar de me considerar kardecista… que contra-senso, não?), a reportagem marcou. E hoje, apesar de não ter terminado ainda a leitura do livro de Mazzeo, não resisti e comprei o livro de Servan-Schreiber que ficará na minha cabeceira à espera de sua vez.

Aliás, eu dentro de uma livraria, sou um perigo… Ainda mais que, atualmente, elas também vendem CDs, DVDs, revistas, itens de papelaria… Uma perdição! E não adianta: eu tenho vários livros esperando incansavelmente chegar a sua vez. Será que conseguirei ler todos? A vida é tão curta e o tempo passa tão depressa… Por isso mesmo, deveríamos viver constantemente em férias! Assim, eu poderia ler todos os livros, ver todos os filmes, ouvir todas as músicas e estar bastante tempo junto de todas as pessoas que eu amo! Ah, Mega Sena, vem para mim, vem!

domingo, 16 de outubro de 2011

Jardim…

Sozinha e perdida num vasto jardim. A beleza das flores distraia-lhe o olhar, um aroma delicioso capaz de acalmar a alma, cores e cores e cores. Porém ela não esquecera que precisava seguir. Reservou alguns instantes para pensar. Os girassóis pareciam lhe sorrir. No entanto, decidiu seguir a trilha das azaléias, sempre lhe agradara mais os tons violáceos. Lembrou dos pequenos vasos floridos na varanda de casa. Tivera uma infância feliz. Como pudera se perder? Sentiu os sapatos apertarem os pés e, de novo, um aroma adocicado lhe invadiu os pulmões. Percebeu, então, que já estava na trilha das rosas. Começou a recordar que já andara por ali. Não se tratava mais de um caminho sem fim, como antes julgara, e não deveria tardar a encontrar seu lugar.

Dannes – 02 de outubro de 2011